Desde setembro faço parte de um grupo de jovens de diversos países que se empenhará por, pelo menos, 14 meses atuando para diminuir a desigualdade social e elevar o padrão de vida em comunidades pobres na ilha de Saint Vincent, no Caribe, e na África.
Até fevereiro de 2009, recebemos treinamento de uma Organização Não Governamental (ONG) chamada Humana People to People na ilha no Caribe. Durante esses 6 meses aqui, além de aprender a respeito dos diversos temas que nos serão essenciais na África, atuamos com projetos distintos em três comunidades carentes.
Promoção social, saúde, educação, geração de renda e acompanhamento do desenvolvimento das crianças são alguns dos temas trabalhados por nós.
A ONG é responsável pelas despesas das atividades, nossa alimentação, acomodação etc, enquanto estamos na ilha. E aos voluntários, cabe arrecadar fundos que ajudarão a pagar pelas atividades desenvolvidas, passagens aéreas, vacinas, alimentação e acomodação para o período em que estaremos na África.
O valor individual que precisamos arrecadar é de US 1.500 (mil e quinhentos dólares americanos). E para que possamos atingir essa meta até o dia 20 de dezembro, prazo que estipulamos para o grupo, trabalhamos com iniciativas em grupo e individuais.
No começo desse mês iniciamos uma rifa e a estamos vendendo nas regiões mais “ricas” da ilha. Além disso, promovemos uma caminhada ecológica na qual percorremos aproximadamente 30 km, com trechos na cidade, praia e floresta, removendo o lixo que encontrávamos. Para essa caminhada, fomos a essas mesmas regiões mais ricas e pedimos para que as pessoas patrocinassem essa caminhada.
Outras iniciativas coletivas virão. Contudo, como estamos em um país pobre os recursos são limitados.
Para os projetos individuais, cada um promoverá o que acredita ser mais viável em seus respectivos países. E esse e-mail faz parte de uma das iniciativas do meu plano para atingir a meta.
Procura-se patrocinadores de voluntários. Tem algum ai?
O objetivo desse e-mail é convidar vocês para embarcarem nessa comigo e fazerem parte dessa missão que, se Deus quiser, vai trazer alguns benefícios para pessoas que não tiveram a mesma sorte que a nossa.
No final de fevereiro embarco para o que considero nosso país irmão: Moçambique.
Depois de uma história complicada de exploração pelos Portugueses, de 16 anos de guerra civil que “terminou” (no papel) apenas em 1992, de secas e enchentes castigantes, e de uma situação epidêmica alarmante, principalmente por Malária e HIV/Aids, Moçambique é hoje um dos países mais pobres e subdesenvolvidos do mundo.
E é exatamente para me fazer chegar lá que peço o patrocínio de vocês.
Não existe quantia mínima ou máxima para a doação e, é claro, só doe se quiser, puder e acreditar que fará diferença.
O montante arrecadado nessa iniciativa, tomara, propiciará / ajudará na compra das passagens de ida e volta para Moçambique, na vacinação contra Hepatites A e B, Tétano e Febre Tifóide, e na medicação que temos que tomar para elevar nossas chances de não contrair Malária; uma vez que não existe ainda vacina contra a doença.
Pensei em uma forma simples de agradecer esse patrocínio: vou estampar em minha camiseta de voluntário, camiseta que usarei bastante na África, o nome de cada uma das pessoas que ajudaram nessa jornada. Assim, carregarei simbolicamente todos vocês comigo.
Peço, por favor, que quem se interessar deixe um comentário aqui no blog ou mande um e-mail para thicomp@ig.com.br demonstrando o interesse que eu fornecerei as instruções para a doação.
“White boy” ou “garoto branco”, é como sou chamado aqui na comunidade. E é uma coisa engraçada de se ouvir. Nunca me considerei branco. Aliás, se eu sou o white boy, fico pensando como eles enxergam os europeus aqui. Hahaha, mas tudo bem.
E no post de hoje quero contar um pouco a respeito da experiência de ser o white boy aqui em Saint Vincent.
E para começar, preciso dizer que pela primeira vez na vida pude sentir um pouco como é fazer parte de uma minoria. Trinidad & Tobago é uma ilha com a maior parte da população composta por negros, uma parte menor por Indianos e uma menor ainda por brancos; gringos dos EUA, Europa (alguns de Portugal) e Canadá que têm grana e compram mansões na ilha ou arredores. Ao chegar no aeroporto de Trinidad & Tobago, depois de sair da área de desembarque, percebi que eu era quase o único “branco” e o mais interessante é que as pessoas me olhavam de uma maneira estranha, que não sei descrever se com desconfiança ou curiosidade. Experiência interessante. Pude pensar nas vezes em que me peguei com esse mesmo olhar para alguém pertencente a uma minoria; que ali, em Trinidad, era eu. Mais um aprendizado para a conta.
Aliás, esses dias ouvi uma coisa muito curiosa de uma DI (Instrutora de Desenvolvimento) do Japão que acaba de voltar de Moçambique. Durante o trabalho dela com as comunidades carentes no interior do País, fez as crianças chorarem por muitas e muitas vezes. Qual o motivo? haha, por ser branca. Pois é! As crianças dessa comunidade nunca tinham visto uma pessoa de outra cor. E, segundo ela, deviam pensar que ela era um fantasma ou alguma coisa do outro mundo. Hahaha, engraçado mas verdade. Curioso, não?
Voltando ao fantasma aqui, não fiz criança alguma chorar (ainda).
Crianças da comunidade estão sempre conosco.
E, inclusive, o contato com elas aqui é sensacional. São todas muito sorridentes -sorriso cheio de cáries na maioria das vezes por falta de um dentista na comunidade-. Mas o sorriso no rosto está longe de ser o que poderia. A falta de dentista na comunidade é apenas um dos problemas aqui. Mas a notícia boa é que as pessoas, pelo menos as que conheci até agora, não são acomodadas e muitas delas estão lutando para mudar isso; principalmente na educação nas escolas primárias da ilha.
E é ai, no suporte a mudança, que entramos. Nosso grupo realiza trabalhos diferentes na comunidade: Family Aid (Ajuda às Famílias), TCE (Total Controle de Epidemias), Health Club (Clube Saúde), Spanish grade (Aulas de Espanhol nas escolas) e Sports Club (Clube de Esportes). Esse trabalho, além de apoiar o desenvolvimento da comunidade, serve como laboratório para os trabalhos que serão realizados na África.
Nos dividimos em duplas e cada uma realizada um trabalho específico. O projeto para o qual trabalho aqui é o Family Aid. Martina, da Alemanhã, e eu temos que trabalhar junto a 10 famílias da comunidade, pelos meses todos que ficaremos por aqui, as ajudando a melhorar as condições de saúde física e mental, acompanhar a educação das crianças, as possibilidades de ganhos financeiros entre outras atividades; das mais básicas as mais complicadas que eu ainda não sei nem como abordar as famílias (como por exemplo violência doméstica e alcoolismo).
Martina, a direita, é minha dupla no trabalho na comunidade
A receptividade das famílias é fantástica. Porém, quando entramos em assuntos mais particulares a situação muda. Até agora progredimos lentamente. Mas Ok, temos mais 5 meses. Conseguimos mapear a área, conhecer as pessoas e começar a ganhar a confiança delas. Difícil. Temos dificuldade para entender o Inglês delas algumas vezes, que é na verdade uma mistura de Inglês com um dialeto local. Mas com o tempo tenho certeza vou poder compreender tudo que eles falam. Por exemplo, quando falam dos irmãos, irmãs, mãe e pai dizem bros and sisis, muma and pupa. Sim, é simples. Mas quando se ouve pela primeira vez é difícil entender o que eles estão tentando dizer. E depois da quinta vez que você não os entende é desagradável perguntar novamente. E ai nós, ela e eu, acabamos, sem combinar, usando a técnica do “Ah é?? Ah ta, sei…”, fingindo ter entendido o que a pessoa disse. É péssimo fazer isso, mas algumas vezes não tem outra solução.
Comunidade de Fitzhudge
Na comunidade é possível encontrar pessoas de diferentes tipos e condições; de pessoas bem pobres que batalham muito, pessoas com dinheiro que podem sustentar uma vida até que confortável e pessoas com dinheiro suficiente para ter uma vida muito acima dos padrões do local. Mas essas últimas são, na absoluta maioria, donos de plantações de maconha. De qualquer maneira a maior parte vive nas condições que descreverei a seguir.
As casas mais simples são feitas de uma mistura de concreto e madeira. Algumas outras de metal; “casas de lata”. São pequenas (foto abaixo), e comportam famílias de 6 a 12 pessoas. As condições de saneamento básico são mínimas. Não contam com água e esgoto encanados. Espalhadas pela comunidade é possível encontrar torneiras que trazem a água para a população. Eletricidade existe em todas as casas.
O perfil das famílias é muito similar. Os maridos trabalham em plantações de alimentos (ou de maconha) ou em navios que fazem o transporte desses alimentos para outras ilhas, enquanto as mulheres ficam em casa cuidando das crianças, que são muitas, e das tarefas domésticas. A minoria das mulheres trabalha fora.
Uma das famílias que trabalhamos, os Ince, serve bem de exemplo para ilustrar essa realidade. Vivem em 9; pai e mãe, avô e mais 6 crianças.
A sorridente família Ince
O pai da família, Ecrrol, trabalha em um navio e fica muito tempo fora de casa. Inclusive já esteve no Brasil e conhece muitos lugares. A mãe, Cheval, cuida das crianças. O avô, Deron, pai de Cheval, trabalha nas plantações para ajudar a cuidar das crianças. E as crianças, Derrol, Deleen, Deron, Serson, Danroy e mais um que não sei o nome, entre 0 e 14 anos, freqüêntam a escola pela manhã e ficam em casa a tarde. O mais velho ajuda a cuidar dos mais novos.
Percebe-se que a vida deles não é fácil. Fico espantado com as dificuldades que enfrentam e completamente embasbacado com, apesar da falta de quase tudo, o gosto que nos oferecem frutas e outras coisas. O sorriso no rosto está sempre presente.
Eu na TV!
Sim, eu apareci na TV local. =) A escola conseguiu uma entrevista na TV local para falarmos um pouco do trabalho que desenvolvemos aqui, dos preparativos para nossa jornada à África e o que faremos lá. E na verdade esse espaço na TV local foi muito bom principalmente porque precisamos, juntamente com todo o trabalho que desenvolvemos, arrecadar fundos para bancar nossas iniciativas aqui e na África. Então pudemos pedir a colaboração das pessoas daqui.
Se olhou para mim, estranhou e está na dúvida eu respondo: sim, estou só de bigode e cavanhaque. HAHA
Mas enfim, Martina (da Alemanha) e eu fomos enviados para essa entrevista. Foi muito interessante e divertido até. Falei dos nossos projetos aqui e de nossa ida à África e Martina explicou nossas iniciativas para arrecadar grana.
Esperamos receber da emissora uma cópia da entrevista que foi veiculada, ai publico.
Arrecadação de fundos
Como falei acima, temos que arrecadar uma grana com iniciativas locais e internacionais que irão patrocinar nossas atividades sociais aqui e na África. E foi com esse intuito que criamos uma rifa. Vendemos o ticket a 2,50 Dólares Caribenhos (aproximadamente R$2). Para a premiação, os estudantes aqui doaram algumas coisas que seriam interessantes para a rifa. O primeiro prêmio é 1.000,00 Dólares, o segundo uma bicicleta, o terceiro uma mini câmera, o quarto uma camiseta oficial da seleção Brasileira de futebol (minha contribuição) e outros prêmios menores. E ai estamos nos esforçando para vender as rifas. Na semana retrasada, Petr (meu colega de quarto) e eu investimos em propagando para nos apoiar na venda. Foto e vídeos abaixo.
Propaganda é a alma do negócio (dizem). Ao fundo, minhas cuecas no varal.
E no meio do caminho, recebemos apoio moral para nossa jornada de uma menina que viu a placa e começou a cantar para nós…
Mais uma vez escrevi um capítulo da Bíblia, me desculpem. Mas meus dias estão corridos e quase não entro na net. Ai quando tenho tempo para escrever, faço isso. hehe
Espero que estejam bem. Saudade.
Beijos
Thi
E assim o tempo passa... quase dois já foram, doze mais por vir. Obrigado.
Dessa vez levei mais tempo para escrever do que esperava. Uma mistura doida de saudade de casa, tarefas daqui e a danada da pregüiça me fez postergar. Mas aqui está: “Será Moçambique!”
Isso mesmo, Moçambique será o destino do segundo estágio dessa epifania. E esse é o acontecimento mais importante da semana. O grupo foi dividido em países diferentes, em projetos e objetivos distintos.
Eu tinha dois ideais baseados nos trabalho da ONG: trabalhar diretamente com crianças ou com educação de alguma maneira; seja ela formal (escolas etc…) ou informal (educação sexual, saúde etc…). Desde que cheguei aqui comecei a conhecer os projetos e a estabelecer contatos com Instrutores de Desenvolvimento (como somos chamados aqui) que já estão trabalhando nos diferentes países para entender melhor como tudo funciona. Depois desse período de investigação e das orientações dos “professores” daqui, fomos direcionados aos trabalhos onde as potencialidades de cada um seriam melhores aproveitadas.
E ai veio o período de crise: quais são as minhas potencialidades e o que posso fazer para o próximo? Caraca, que pergunta difícil de ser respondida. A primeira coisa que fiz foi puxar tudo que aprendi na escola, faculdade, cursos, trabalho etc… A segunda coisa que fiz foi jogar essas coisas fora; percebi que o caminho não seria esse. Estou aqui não pelo “que sou”, mas sim por “quem sou”.
Caflito!!!
E quais experiências de vida seriam úteis nesse momento? Todas! Dediquei uma semana para fazer um exercício fantástico, que nunca tinha feito antes. Peguei meu diário e comecei a anotar tudo o que me aconteceu, o que me passou e o que me tocou na vida. As coisas fantásticas, as boas, as ruins, as péssimas e outras fora dessa classificação, mas importantes de alguma forma, que inacreditávelmente ainda consigo lembrar (incrível como as coisas surgem); tudo que pude lembrar entrou na lista. A riqueza de experiência, quando paramos para pensar nelas (e isso é raro), é fantástica. E durante esse processo acabei chegando a uma conclusão importantíssima: essa foi a primeira vez que pude parar (ou melhor, pular fora da) minha vida e olhar para ela como se eu fosse um estranho. Até então, o sujeito da busca pela formação permanente e acelerada, da atualização sem fim, que não pode ficar para trás e que tem o tempo como uma mercadoria a ser trocada por dinheiro, que por sua vez é trocado por coisas que dão felicidade, me controlava e impedia de olhar as coisas com outros olhos. E ai a vida vai rolando e muitas vezes te enrolando… e ai anos depois você se pega infeliz e arrependido por não ter feito isso ou aquilo.
Uma pessoa muito especial me deu um poema para ler, e nele fala-se de “abrir os olhos dos meus olhos e ou ouvidos dos meus ouvidos”. Talvez esse seja o momento.
Ao final desse processo consegui vizualizar, para o meu alívio, as lições boas e ruins que aprendi na vida. Achei parte da minha sabedoria (sabedoria que veio das experiências) e as procuradas potencialidades. “Ótimo!”, pensei. Mas ai veio a danada da próxima questão: “Isso é suficiente para fazer alguma diferença na vida das pessoas que você vai encontrar?” Eita, cada vez mais difícil. hehe
Um dos voluntários que voltou da África deu uma lição de o quão indispensável é nossa motivação e o quanto nosso empenho, muitas vezes até sem conhecimento técnico, ajuda a encorajar e a dar esperança e força de vontade para as pessoas lá.
“Isso é suficiente para fazer alguma diferença na vida das pessoas que você vai encontrar?”
Para falar a verdade eu não sei e acho que não terei uma resposta antes de ir! Mas decidi não me preocupar com isso agora. Se tantas pessoas que estão na minha vida e tantas outras que já passaram por ela me deram coisas tão boas, sem perceber muitas vezes, acredito que o contrário deve ser verdade, não? Acho que às vezes fazemos muita diferença na vida dos outros e não nos damos conta. Acredito nisso e vamos embora! =)
Voltanto a Moçambique, existem 4 projetos sendo realizados: “Total Epidemic Control” (Total Controle de Epidemias); que trabalha com educação preventiva e tratamento de epidemias como HIV, malaria e outras. (Aliás, mais de 3.000 crianças com menos de 5 anos de idade morrem POR DIA de malária na África).“Child Aid” (Ajuda as Crianças); que trabalha com as famílias em vários aspectos para garantir a segurança da criação dessas crianças com o objetivo maior de evitar que elas sejam vítimas de uma prática absurda e muito comum do continente que é o rapto dessas crianças por milícias que as transformam em soldados.
Foto tirada em Moçambique
(Atualmente existem mais de 500.000 crianças-soldado em toda a África, especialmente em Uganda, Moçambique, Angola, República do Congo entre outros). “Teachers Training College” (Escola Professores do Futuro); que treina jovens e jovens adultos para que se tornem professores em um futuro próximo e ensinem, principalmente, as crianças. E, por fim, a One World University; projeto que forma professores que darão aula nas Escolas Professores do Futuro.
Esse último é o projeto que trabalharei. Farei parte da equipe de voluntários de diferentes países (diferentes destes que estão aqui comigo hoje) que prepara essas pessoas para que se tornem criadores de multiplicadores (professores de professores).
Atualmente Moçambique enfrenta um problema sério: o número de professores que morrem por AIDS (na verdade o vírus HIV não causa a morte, e sim vírus que se instalam depois dele aproveitando a fraqueza do sistema imunológico) é maior do que o número de professores formados. Além disso, muitos professores abandonam suas atividades buscando outras que dão mais dinheiro.
Então, no final desse ciclo, eu acho, os professores acabam sendo uma peça fundamental. Sem eles, o conhecimento não progride, as escolas ficam vazias, as crianças mais sujeitas às milícias e ai nunca chegaremos a um futuro justo para o povo.
Eita, escrevi muito. hehe. Mais para frente conto outros detalhes do projeto em Moçambique.
Outro acontecimento interessante da semana passada foi o Dia Internacional de Limpeza das Costas e das Praias.
Crianças da comunidade ajudaram na limpeza.
Fomos até a praia da comunidade em que realizamos o trabalho social aqui (tema do próximo post no blog) e fizemos nossa parte. E o mais legal dessa ação foi ver as crianças nos ajudando e interessadas nos motivos de pessoas estranhas estarem ali limpando a praia delas. Dessa ação sairá um projeto de educação ambiental nas escolas daqui que estamos montando, juntamente com as autoridades locais. Fotose vídeos abaixo: (P.S. A areia da praia é preta devido ao Vulcão)
Ministro de Infraestrutura e outras cositas mais (esquerda), alguns dos voluntários e crianças da comunidade.
Está difícil seguir uma ordem cronológica aqui no blog, desculpem. As coisas vão acontecendo com intensidade e ai eu vou escrevendo de acordo com o que me vem a cabeça. Gravei uns vídeos para mostrar um pouco aqui da escola para vocês, coisa que deveria ter feito mais no começo (mas ainda é o começo! hehe). Então ai vão eles:
E ainda na semana (prometo que esse é o último parágrafo, hehehe) fomos conhecer a cidade próxima aqui: Kingstown. Cidade interessante, estilo colonial. Vídeos e fotos abaixo:
Kingstown: simples mas arrumadinha
Grupo de músicos toca nas ruas com instrumentos improvisados
Guarda orienta trânsito (cidade sem semáforos). Ao fundo, construção inglesa da época da colonização
Pôr-do-sol e a espera pela mini van na estação; super perrengue na volta.
Tomika: minha Vincentiana predileta. Vai para Moçambique comigo. Aos pés dela, Carlos do Brasil.